segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013


QUICK MASSAGE


            Uma intervenção rápida, prática e com resultados imediatos. Assim é a Quick Massage: Técnica de massagem com origem oriental (Shiatsu e Anmá), que tem ganhado adeptos por todo mundo, principalmente, em empresas que investem no bem-estar dos seus profissionais, visando um ambiente de trabalho cada vez melhor e mais produtivo. Sobre uma cadeira projetada para promover o equilíbrio físico, mental e energético, o cliente recebe massagens no pescoço, ombros, costas, braços e mãos, em uma sessão que varia entre 15 e 20 minutos.Em função da sua praticidade, baixo custo e resultado imediato, pode ser facilmente realizada em empresas, eventos e locais de grande circulação, como shoppings, aeroportos e etc.



BENEFÍCIOS DA QUICK MASSAGE

Ÿ   Libera endorfina, o hormônio da felicidade;
Ÿ  Reduz a ansiedade;
Ÿ  Acelera a recuperação de doenças;
Ÿ  Ativa a mente e o raciocínio;
Ÿ  Alivia dores musculares;
Ÿ  Ativa a circulação sangüínea;
Ÿ  Facilitação da atividade muscular;
Ÿ  Maior sensação de bem-estar e conforto;
Ÿ  Melhoria da irrigação sanguínea e linfática;
Ÿ  Melhoria no movimento articular;
Ÿ  Promoção de relaxamento local e geral.


NA EMPRESA

Ÿ  Funcionários motivados e saudáveis;
Ÿ  Redução nos casos de LER/DORT;
Ÿ  Diminuição de custos com assistência médica;
Ÿ  Retorno positivo do investimento;
Ÿ  Baixo custo para implantação;
Ÿ  Melhora da relação interpessoal com os colegas de trabalho;
Ÿ  Melhora no humor, concentração, ânimo e relaxamento mental;
Ÿ  Melhora na produtividade;
Ÿ  Redução de faltas por dores musculares.
 
 
Fanny  Pires é massoterapêuta que atua na Clínica Casa do Crescer, situada na cidade de Curitiba.

domingo, 17 de fevereiro de 2013


Adolescência batendo à minha porta!


A família é um sistema ativo e em constante transformação e a adolescência como parte deste sistema também passa por transformações. O adolescente além de passar por mudanças físicas a transformação ocorre também na esfera psicossocial.

Nesta fase ocorre uma transição psicológica muito importante que é a passagem da infância para a idade adulta. É um período de luto ambivalente, onde pais e filhos precisam lidar com os sentimentos de perda. Os filhos tornam-se mais independentes e os pais percebem que não são mais tão necessários.

Da mesma forma, os filhos precisam aprender a lidar com a perda desta criança que antes tinha somente a família como fonte de afeto. Neste momento é preciso que a família passe por uma reestruturação e ajude o adolescente nesta importante fase de transição. Trabalhar a autonomia, responsabilidades, orientá-los nos novos desafios e auxiliá-los a manejar suas vidas com mais independência, é um meio maduro e seguro de prepará-los para a entrada na vida adulta. A flexibilidade familiar é um bom aliado e uma grande ferramenta neste período de transição. 
A sexualidade, a violência urbana e o envolvimento com drogas estão entre as principais preocupações dos pais. Estes ficam temerosos em não conseguir proteger os adolescentes dos perigos do mundo, desejando que eles ainda permaneçam na infância como um meio de assegurar a integridade física dos filhos. Dialogar, compartilhar informações e estabelecer limites ajuda a enriquecer o relacionamento e ameniza este período tão conflitante e preocupante para tantas famílias. Não ignore nem banalize o sofrimento do seu filho, seus medos são reais e precisam dos pais neste momento de transição.
Pais que não conseguem perder este corpo criança o impedindo de crescer; distanciamento entre pais e filhos por conflito de opiniões; isolamento; depressão; escassez ou perda total do diálogo são algumas das situações vividas neste período.
É importante prestar atenção se algo está fora do controle e buscar ajuda de um profissional. O profissional irá lidar de forma adequada com as mudanças na dinâmica familiar. Vai identificar e trabalhar os conflitos entre pais e filhos, estimulando de forma adequada a comunicação, e detectar possíveis quadros psicopatológicos que possam surgir neste período importante da vida.
Para que os adolescentes possam ter um crescimento emocional saudável, a família deverá ser flexível, acolhedora e capaz de suportar e amparar o crescimento e as transformações de seus filhos.
Cristiane V. de Andrade, Psicóloga Clinica. Atualmente trabalha na Casa do Crescer, na cidade de Curitiba. CRP 08/15824

domingo, 3 de fevereiro de 2013

 

Mulheres e o seu tempo


 

 
Qual é o seu tempo? Sabemos que o tempo de cada pessoa é diferente e sua percepção muito pessoal. Antigamente, o momento da mulher para casar e procriar era claramente conhecido e, em geral, respeitado. Mas esse período se ampliou e, atualmente, a mulher apresenta um envolvimento maior com o seu desenvolvimento pessoal e sua realização profissional. Com isso, o tempo para investir num casamento e na família se expandiu bastante.
 

Fonte da imagem: Empreendedorismo Rosa
 
Existe um momento ideal em que a mulher esteja pronta para concretizar a tão idealizada maternidade? Se utilizarmos um parâmetro biológico/clínico, poderíamos claramente demarcar este período ótimo, mas estamos falando do tempo psicológico, ou seja, aquele que a mulher julga ser bom ou julga estar pronta para a maternidade.
Muitas vezes, a mulher se engana acreditando que tem domínio sobre o corpo e sobre a vida. A importância que dá ao crescimento profissional e financeiro não pode estar desconectada da percepção dos seus desejos e necessidades como mulher e mãe. Do contrário, corre-se o risco de perder seu momento, e ao se dar conta de suas necessidades poderá ter pouco espaço para alcançá-las facilmente.
Embora a medicina possa oferecer esperança e segurança para a maternidade tardia, é bom lembrar que o corpo tem seu próprio ritmo e obedece a comandos nem sempre conscientes e racionais. Equilibrar suas necessidades, seus medos e seus desejos, neste caso, é a maneira mais sensata de viver todas as suas possibilidades como mulher, que é múltipla e tem muitas fases.
Mulher, não se perca no seu tempo. É bom que se lembre que há momento para tudo, para ter e para ser.
 
 
Vânia Vidal de Oliva é Psicóloga Clínica, Psicanalista com mais de 25 anos de experiência no atendimento de adolescentes, adultos e na orientação familiar. Atua hoje na Clinica Casa do Crescer na cidade de Curitiba. Coordenadora de colunista do Empreendedorismo Rosa

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Enfrentamentos

 
 
 
 
O universo empreendedor nem sempre é um mundo fácil de lidar, mas nem por isso precisa ser pensado como algo impossível ou ameaçador. Os obstáculos e barreiras que enfrentamos, nesse caminho, podem e devem ser vividos de forma realista, madura e otimista.
 
Fonte da imagem: womenlivingwell.org
 
As dificuldades, angústias, impedimentos e problemas estão presentes em todos os negócios, em todos os nossos movimentos inovadores. Isso sempre existirá e será um dos pontos que podem fazer a diferença no empreendimento que vai ou não acontecer, ou se manter.
Quando tudo vai bem do começo ao fim, o que é raro, num negócio inovador, não tem motivo para ter uma visão pessimista ou angustiada. Afinal, tudo flui e acontece como esperado ou desejado. Entretanto quando as dificuldades aparecem e se impõem, o que certamente vai fazer a diferença será o nosso olhar positivo, otimista, determinado e leve de ver as coisas e resolvê-las.
Ser otimista não significa não enxergar os problemas ou negligenciar as dificuldades. Saber dos limites e encontrar soluções para avançar é sim uma postura assertiva, e que pode determinar nosso sucesso ou fracasso. A forma como enfrentamos a vida, com suas inúmeras possibilidades, pode determinar o rumo da nossa história e do nosso empreendimento.
Afinal, você diante de um copo pela metade enxerga-o meio cheio ou meio vazio? Dependendo de como você responde a essa pergunta, poderíamos dizer que você está enxergando seu universo empreendedor de forma pessimista ou otimista. Isso pode fazer toda diferença para seu negócio e para sua vida.
Invista numa forma de pensar positiva frente ao seu negócio, afinal como disse Sigmund Freud, “O pensamento é a ação ensaiando”.
 
 
Vânia Vidal de Oliva é Psicóloga Clínica, Psicanalista com mais de 25 anos de experiência no atendimento de adolescentes, adultos e na orientação familiar. Atua hoje na Clinica Casa do Crescer na cidade de Curitiba. Coordenadora de colunista do Empreendedorismo Rosa.

sábado, 22 de dezembro de 2012

 

Participação da Psicóloga Cristiane Verbiski na reportagem da Gazeta do Povo (22/12/12)

 

Mundo poderia acabar em beijos, segundo leitores


Votação em enquete mostrou que resgate das relações é a primeira opção quando o fim está próximo. Romper com o que fez mal é outra alternativa interessante



Supondo que o fim do mundo realmente acontecesse neste dia 21/12/2012, entre o pânico e o caos, haveria também um momento para as demonstrações de carinho e afeto. Seria assim pelo menos entre a maioria dos leitores da Gazeta do Povo que responderam à enquete sobre o que fariam em seus últimos instantes na Terra. Roubar o beijo de alguém foi a opção mais lembrada entre os 257 votantes. Foram 86 pessoas, ou 33% do total, que escolheriam terminar seus dias nos braços de alguém, absortos das catástrofes que estivessem acontecendo à sua volta.
Entretanto, para as operadoras de cartão de crédito o fim não seria assim tão romântico. Com 32% dos votos, estourar o limite do cartão foi a segunda opção entre os leitores caso o mundo vivesse seus instantes finais. Já aquele livro parado na cabeceira da cama talvez nunca mais fosse terminado mesmo, já que apenas seis pessoas colocaram a leitura como prioridade nos seus últimos momentos de vida.
Resultado
Roubar um beijo de alguém: 33%
Estourar o limite do cartão de crédito: 32%
Dizer aquilo que seu chefe merece ouvir: 11%
Comer tudo o que sempre quis mas diziam que fazia mal: 10%
Abraçar um desconhecido no elevador: 5%
Dançar da Macarena ao Gangnam Style: 5%
Terminar de ler aquele livro que está na cabeceira: 2%
Para a psicóloga clínica Cristiane Verbiski de Andrade, o resultado da enquete mostra que as pessoas têm consciência de que suas relações e os sentimentos ficam de lado em meio à rotina, mas que são fundamentais. “Quando o fim se aproxima, seja porque o mundo vai acabar ou porque a morte bate à porta, a primeira coisa que vem à cabeça das pessoas é a necessidade de resgatar os sentimentos, as emoções.” Ela explica que essas manifestações de carinho, em que há a troca, recebem uma importância muito maior quando o ser humano entende que a vida é finita.
Com relação às outras opções, a psicóloga destaca que é possível perceber um desejo das pessoas em romper com aquilo que lhe causou algum mal ou desconforto. “Com o cartão de crédito é uma manifestação de revolta mesmo, de raiva. Não é simplesmente comprar, é estourar o limite, é jogar para o alto algo que já incomodou tantas vezes.”
A sensação de que não haverá mais cobranças, perdas ou repreensões pode ser a razão para que as pessoas escolham dizer o que o chefe merece ouvir, comer aquilo que pode fazer mal ou abraçar um desconhecido, afirma Cristiane. “É a mesma coisa com a dança: se soltar, ter leveza e liberdade. Liberar uma angústia acumulada ao longo dos dias, sem ser criticado, cobrado, punido, repreendido”, fala. Já o livro não lido representa o inacabado, e como muitas coisas ainda ficariam por fazer, não terminar o livro seria apenas mais uma delas, explica a psicóloga.
 
Reflexão
 
Além de uma proposta divertida, a pergunta da enquete desta semana se torna um convite à reflexão sobre o que deixamos de fazer mas que é importante em nossas vidas. Cristiane diz que normalmente o ser humano não consegue olhar para a finitude da vida.
“Na natureza nos achamos eternos, até que a morte esteja próxima. Então é importante fazer essa reflexão, principalmente com o tudo que está ligado à emoção. Amanhã o assunto do fim do mundo acaba e ninguém mais vai pensar no que está faltando para resgatarmos essas emoções. Mas a todo momento elas são importantes.”

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

De onde vem sua motivação?




 
Ela é uma característica intrínseca, pois está ligada aos motivos pessoais, podendo também ser desencadeada por estímulos externos. A motivação é uma força interna que nos leva à ação, é ter em mente um conjunto de atitudes e ações que vão determinar e facilitar a conquista dos objetivos futuros estabelecidos para si.

Fonte da imagem: dreamstime
 
Manter-se constantemente motivada é uma tarefa bastante difícil, mas não impossível. Afinal, temos momentos em que nossa motivação está em alta, e por isso nossas ações mais afinadas com nossos objetivos. Somos motivadas tanto pelo desejo de avançar e conquistar pessoas, coisas ou posições, como também pela dificuldade, que pode disparar em nós uma reação ou mudança.
Encontrar um propósito para seguir e sustentar as nossas escolhas é uma das chaves para o sucesso, mas essa busca é interna, ou seja, só pode ser encontrada dentro de nós. Talvez seja isso que determine nossa motivação e nos faça inovar e se arriscar. Criar compromisso consigo mesmo e manter-se determinado na busca dos nossos objetivos, é uma boa forma de se manter motivado.
Em geral, o empreendedor tem naturalmente uma visão positiva da vida, afinal para se arriscar num novo negócio é preciso ter uma boa dose de otimismo. Ter pensamentos positivos é uma característica de pessoas altamente motivadas. Portanto, tenha em mente o que deseja alcançar ou mudar na sua vida e acione seus recursos internos e externos para consegui-lo. Seja por uma vivência positiva ou negativa sua motivação deve partir de você, por você e para você, caso contrário ela perderá a força e o sentido.
Descubra o que realmente faz sentido no seu interior e talvez encontre seu propósito. Busque o que te faz único no seu caminhar e faça disso sua semente motivadora.
 
 
 
Vânia Vidal de Oliva é Psicóloga Clínica, Psicanalista com mais de 25 anos de experiência no atendimento de adolescentes, adultos e na orientação familiar. Atua hoje na Clinica Casa do Crescer na cidade de Curitiba. Coordenadora de colunista do Empreendedorismo Rosa.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012



 

A difícil arte de dizer “não”




 
Exercer o direito e a vontade de dizer “não” nem sempre é tão fácil, principalmente para as mulheres. Ao longo da vida, elas foram educadas para serem boazinhas, cordatas e valorizarem a satisfação alheia antes da sua própria. Mas o tempo avançou, assim como avançaram as conquistas e seus direitos. Entretanto se libertar de um comportamento, aprendido e reproduzido por anos, requer autoconhecimento, firmeza e uma boa autoestima. Várias são as fantasias ligadas a esse comportamento aparentemente pouco cordato e a forma como se enfrenta essa situação pode revelar o quanto a mulher caminhou no seu autoconhecimento e no autorizar-se.




A mulher empreendedora, que a frente do seu negócio precisa muitas vezes posicionar-se estabelecendo limites e contrariando interesses, deve aprender a fazer isso sem culpas ou sofrimentos. Precisa lidar com tais sentimentos para não cair numa armadilha emocional onde, na busca de aprovação ou reconhecimento, acaba cedendo pela dificuldade de verbalizar tais “nãos”. Engana-se com a ideia de que necessita do aval do outro e acaba sem se autorizar, consequentemente, se boicotando.

Muitos são os medos ligados a dificuldade de dizer um “não”, entre eles a sensação de culpa, o receio de ser vista como uma pessoa má ou arrogante, o medo da raiva do outro ou ainda a sua própria necessidade de aprovação. Muitos desses sentimentos podem estar ligados a sua formação e educação, e nem sempre são facilmente percebidos. Quando se diz um “sim” contra a sua vontade, por receio de frustrar o outro, esbarra-se com a própria frustração e as insatisfações que contaminam as relações. Os fantasmas criados, por nós, em relação a possível reação do outro, muitas vezes engessam nossas ações e impedem o avanço dos planos e do nosso próprio negócio.

Quais são os medos na hora de dizer um sonoro “não”? Quanto maior for a consciência sobre si mesma, maior será a capacidade de dizer sim ou não, dependendo da necessidade. Quando essa escolha está em consonância com seu desejo, mais facilmente ela será executada. Por outro lado, as consequências de não conseguir dizer “não” seriam uma possível perda do respeito e a falta de clareza nos limites interpessoais e profissionais. Podem surgir também ansiedade, raiva, dificuldade de relacionamentos, além do desgaste físico e emocional.

Mas seria possível satisfazer todos os lados? Dificilmente, considerando que cada pessoa pensa, sente e tem interesses diferentes do seu ou da sua empresa. A mulher à frente do seu empreendimento precisa saber a hora de escutar seu “feeling” e acreditar no seu potencial. Nem sempre necessita dizer não, mas quando o diz precisa ter a firmeza para tal, assim como nem sempre precisa da aprovação do outro para avançar em busca do seu sucesso.

AUTORIZE-SE!!!

Vânia Vidal de Oliva é Psicóloga Clínica, Psicanalista com mais de 25 anos de experiência no atendimento de adolescentes, adultos e na orientação familiar. Atua hoje na Clinica Casa do Crescer na cidade de Curitiba. Coordenadora de colunista do Empreendedorismo Rosa.